A nova onda do “lazy job”

A nova onda do “lazy job” As novas gerações estão buscando empregos com menos demandas – e cargas horárias que permitam maior […]

A nova onda do “lazy job” As novas gerações estão buscando empregos com menos demandas – e cargas horárias que permitam maior saúde mental. Mas as empresas não querem ouvir. Isis Borge Sangiovani Managing Partner no Talenses Group & Executive Director na Talenses Colunista da VocêRH e do Valor Econômico Você RH Após o “quiet quitting” , agora temos o lazy job , uma expressão que surgiu no TikTok e tem ganhado força nas redes sociais . É uma invenção da americana Gabrielle Judge, criadora de conteúdo vinda da indústria tech que resolveu se dedicar à defesa de uma vida mais equilibrada entre trabalho e o tempo que é só para você. Ela lançou, na verdade, o termo lazy girl job , que, na tradução livre para o português, significa “trabalho para menina preguiçosa”. No perfil dela, podemos ver uma série de postagens incentivando a busca por um trabalho que não seja complexo, atenda uma carga horária mais adequada, que preferencialmente seja remoto e pague bem. Existem postagens, também, estimulando que as pessoas fiquem satisfeitas com um “trabalho comum”, que lhes permita desfrutar mais da vida fora do expediente. A expressão logo foi simplificada para apenas lazy job, e o…