Maturidade executiva: o mundo já não opera pelas mesmas regras de ontem. E você?
Para evoluir, é preciso compreender que a transformação atual não é só tecnológica, mas também econômica, geopolítica, regulatória, cultural e comportamental.
O mundo corporativo atravessa um dos períodos mais complexos, velozes e imprevisíveis da história recente. E essa transformação deixou de ser apenas tecnológica. Ela é econômica, geopolítica, regulatória, cultural e comportamental. O estudo Allianz Risk Barometer 2026 ajuda a ilustrar bem esse cenário. Pelo quinto ano consecutivo, incidentes cibernéticos aparecem como o principal risco corporativo global. Logo atrás surgem inteligência artificial e interrupção de negócios, seguidos por mudanças normativas, crises climáticas, riscos políticos, violência, instabilidade macroeconômica e mudanças abruptas de mercado. No Brasil, IA, proteção digital e alterações regulatórias lideram as preocupações da liderança ligada à gestão de riscos. E isso revela algo importante: estamos vivendo um ambiente em que praticamente todas as variáveis de negócio estão sendo reconfiguradas simultaneamente. Nesse contexto, cresce naturalmente a busca por executivos capazes de entregar resultados consistentes em lugares de alta pressão e complexidade. Mas existe um ponto que considero central, e ainda pouco discutido no mercado: histórico de resultados, isoladamente, já não garante relevância profissional…